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Quanto custa não combater a abrasão na mineração?

Mineração e Siderurgia Marlei Nunes 24 views
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Paradas inesperadas, manutenção corretiva e troca constante de componentes podem estar consumindo muito mais recursos do que você imagina.

Paradas inesperadas, manutenção corretiva e troca constante de componentes podem estar consumindo muito mais recursos do que você imagina.

Na mineração, a abrasão é frequentemente tratada como um problema inevitável. Afinal, o transporte contínuo de minério, rochas e materiais altamente agressivos provoca desgaste constante em equipamentos, estruturas e componentes.

Mas existe uma pergunta que poucos gestores fazem:

Quanto custa não combater a abrasão?

A resposta vai muito além da substituição de uma peça desgastada.

Quando a abrasão não é controlada adequadamente, ela desencadeia uma sequência de impactos que afetam diretamente a produtividade, os custos operacionais e a rentabilidade da operação.

Neste artigo, vamos analisar os principais custos ocultos provocados pelo desgaste abrasivo e como a escolha correta de materiais pode transformar o desempenho da mineração.

Quanto custa não combater a abrasão na mineração?

A abrasão é silenciosa, mas extremamente cara

O desgaste abrasivo acontece quando partículas sólidas entram em contato contínuo com superfícies de equipamentos e estruturas.

Na mineração, isso ocorre diariamente em:

Chutes de transferência;
Silos;
Tremonhas;
Correias transportadoras;
Moegas;
Alimentadores;
Calhas;
Caçambas;
Sistemas de carregamento e descarregamento.

Inicialmente, o desgaste parece pequeno. Porém, à medida que avança, reduz a vida útil dos componentes e aumenta a frequência de intervenções.

O resultado é uma operação cada vez mais dependente de manutenção corretiva.

O primeiro impacto: parada de produção

Entre todos os custos relacionados à abrasão, a parada de produção é provavelmente o mais significativo.

Quando um chute rompe, uma chapa perfura ou um revestimento falha, a produção é interrompida imediatamente.

Dependendo da estrutura afetada, a parada pode gerar:

Interrupção do fluxo de minério;
Filas operacionais;
Redução da capacidade produtiva;
Ociosidade de equipamentos;
Atrasos na expedição.

Em operações de grande porte, poucas horas de parada podem representar perdas financeiras extremamente relevantes.

Quanto custa não combater a abrasão na mineração?

Muitas empresas calculam o valor de uma peça desgastada, mas deixam de contabilizar o valor da produção que deixou de acontecer durante a intervenção.

E quase sempre esse número é muito maior.

O segundo impacto: aumento da troca de componentes

Toda troca de componente gera custos diretos e indiretos.

Os custos diretos são evidentes:

Compra da peça;
Transporte;
Estoque;
Ferramentas.

Já os custos indiretos costumam passar despercebidos:

Horas de manutenção;
Mobilização de equipes;
Planejamento operacional;
Utilização de equipamentos de apoio;
Custos administrativos.

Quando um componente precisa ser substituído diversas vezes ao ano, o valor acumulado pode superar facilmente o investimento em uma solução de maior durabilidade.

Por isso, empresas mais eficientes analisam o custo por ciclo de vida da peça e não apenas o custo de aquisição.

Uma solução aparentemente mais barata pode se tornar a mais cara ao longo do tempo.

O terceiro impacto: manutenção corretiva constante

Nenhum gestor deseja operar apagando incêndios diariamente.

Entretanto, quando a abrasão não é controlada, a manutenção corretiva passa a fazer parte da rotina.

Os problemas mais comuns incluem:

Furos em chutes e silos;
Desgaste prematuro de revestimentos;
Travamentos por acúmulo de material;
Falhas em guias e sistemas de deslizamento;
Danos estruturais.

Além do custo financeiro, a manutenção corretiva gera outro problema crítico: imprevisibilidade operacional.

Quando não existe previsibilidade, torna-se mais difícil planejar recursos, programar equipes e garantir disponibilidade dos equipamentos.

Isso afeta diretamente indicadores como MTBF (Tempo Médio Entre Falhas) e disponibilidade operacional.

O efeito dominó do desgaste

Um componente desgastado raramente afeta apenas uma peça.

Na maioria dos casos, ocorre um efeito cascata.

Por exemplo:

  • Uma superfície desgastada aumenta o atrito.
  • O aumento do atrito gera maior esforço mecânico.
  • O maior esforço acelera o desgaste de outros componentes.
  • O sistema passa a exigir mais manutenção.
  • A produtividade cai.
  • Os custos sobem.

O que começou como um desgaste localizado pode comprometer todo o processo produtivo.

Quanto custa não combater a abrasão na mineração?

A solução está na engenharia dos materiais

Combater a abrasão não significa apenas substituir peças quando elas falham.

A abordagem mais eficiente consiste em utilizar materiais desenvolvidos especificamente para ambientes severos.

É exatamente nesse cenário que os plásticos de engenharia de alta performance vêm ganhando cada vez mais espaço na mineração.

A Travi Plásticos Industriais, referência nacional em plásticos de engenharia e alto desempenho, desenvolve soluções que ajudam mineradoras a reduzir significativamente os efeitos da abrasão, aumentando a vida útil dos componentes e reduzindo intervenções.

Entre os materiais mais utilizados destaca-se o PE-ULTRA®, UHMW Tipo A exclusivo da Travi, produzido por sinterização e com peso molecular superior a 7 milhões g/mol, oferecendo excelente resistência à abrasão, baixo coeficiente de atrito e elevada resistência ao impacto. Essas características tornam o material especialmente indicado para revestimentos de silos, chutes, calhas, tremonhas e sistemas de transporte de minério.

Além da resistência ao desgaste, o material contribui para melhorar o escoamento dos materiais, reduzir pontos de travamento e diminuir a necessidade de intervenções frequentes.

O verdadeiro cálculo que deve ser feito

Ao avaliar uma solução para controle de abrasão, a pergunta não deveria ser:

Quanto custa o material?

Mas sim:

Quanto custa continuar trocando peças, realizando manutenções corretivas e parando a produção?

Quando essa conta é feita de forma completa, considerando disponibilidade operacional, produtividade e redução de manutenção, o retorno do investimento normalmente se torna evidente.

Desafios Operacionais da Mineração Moderna 

A abrasão é um dos maiores desafios operacionais da mineração moderna.

Ignorar seus efeitos significa conviver com paradas não planejadas, aumento da manutenção corretiva, substituição constante de componentes e perdas de produtividade.

Empresas que enxergam a abrasão como uma questão estratégica conseguem reduzir custos operacionais, aumentar a confiabilidade dos equipamentos e melhorar significativamente seus resultados.

Mais do que substituir peças desgastadas, o caminho está em investir em soluções de engenharia capazes de aumentar a vida útil dos componentes e garantir maior disponibilidade operacional.

E quando o objetivo é combater o desgaste em ambientes severos, a experiência da Travi Plásticos Industriais em materiais de alta performance faz a diferença na construção de operações mais eficientes, produtivas e rentáveis.

Quer descobrir quanto a abrasão está custando para sua operação?

A equipe técnica da Travi pode analisar sua aplicação e indicar a solução mais adequada para aumentar a vida útil dos componentes e reduzir custos operacionais.

Solicite uma avaliação técnica especializada.

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Marlei Nunes

Marlei Nunes

Estrategista de Marketing especializada na área de plásticos industriais.

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